O Tesla Diner, inaugurado em Los Angeles no verão de 2025, chegou cercado de holofotes por ser propriedade de Elon Musk, com presença de fãs, chef renomado e itens temáticos de fast-food. O local abriu com filas, lotação e uma atmosfera de novidade para a região.
Pouco tempo depois, a frequência de clientes caiu e o estacionamento ficou pela metade. O interior ficou quase vazio, com funcionários ocupados apenas em manter o espaço limpo e organizado, e a atmosfera ganhou tom de quietude em dias de menor movimento.
Greenspan, chefe de origem do Le Cordon Bleu e ex-estrela do Mr Beast Burger, deixou o projeto para abrir uma deli judaica chamada Mish. A saída foi comunicada localmente e não houve explicação pública detalhada sobre os motivos, conforme relatos da imprensa.
Declínio do movimento e mudanças
O restaurante passou a enfrentar protestos contra Musk e críticas de vizinhança, além de queixas sobre itens do cardápio. Em alguns momentos, itens aparecem esgotados ou chegam frios, prejudicando a experiência dos clientes.
A transformação do espaço também se refletiu no serviço e na gestão. Houve relatos de que a área externa, conhecida como Skypad, ficou com pouca atividade, enquanto a equipe concentrou esforços em manter a loja funcionando.
Situação atual e perspectivas
A casa ajustou o cardápio para manter estoque completo, com itens como hambúrgueres e hot dogs a preços acessíveis. Em dezembro, chegou a promover um evento de fim de ano com venda de comidas e bebidas ilimitadas por ingresso.
O impacto público sobre a marca Tesla continua a ser tema de debate local. O espaço segue aberto, sem anúncio formal de expansão para outras cidades, enquanto o interesse inicial não se manteve ao longo do tempo.
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