O caso Master ganhou novos desdobramentos após a divulgação de um vídeo pelo G1, que mostra entrevista com Rogério de Andrade, especialista em segurança digital e ex-diretor do Departamento de Polícia Federal. Segundo ele, há indícios de que influencers foram contratados para difamar o Banco Central.
De Andrade, as ações de desinformação envolvem perfis falsos criados nas redes sociais. Esses perfis disseminam conteúdos falsos e ataques à instituição, integrando uma estratégia coordenada para desestabilizar o Banco Central. A prática, segundo o especialista, vem ganhando espaço em contextos de crise.
Ele destaca que a contratação de influencers para esse tipo de tarefa tem ganhado força nos últimos anos, sobretudo quando há turbulência política e econômica. O objetivo, conforme ele, é ampliar o alcance das mensagens e gerar impacto na opinião pública.
Contexto e passos investigativos
As autoridades continuam a apurar as informações do caso Master e monitoram redes sociais para identificar os responsáveis. O Banco Central reforçou a necessidade de checagem de dados antes de compartilhamentos e de recorrer a fontes oficiais.
A apuração busca esclarecer quem autorizou as publicações, quais perfis foram usados e qual o financementamento do esforço de difamação. O vídeo na íntegra está disponível no site do G1, conforme divulgado pela reportagem.
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