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CEO de petroleira dos EUA diz a Trump que investir na Venezuela é inviável

CEO da ExxonMobil diz a Trump que investir na Venezuela é inviável hoje; são necessárias mudanças legais e comerciais para viabilizar ações

FILE PHOTO: U.S. President Donald Trump looks on as he signs executive orders and proclamations in the Oval Office at the White House, in Washington, D.C., U.S., May 5, 2025. REUTERS/Leah Millis/File Photo
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O CEO da ExxonMobil, Darren Woods, afirmou, em reunião com o presidente dos EUA, Donald Trump, que investir na Venezuela hoje é inviável. O comentário ocorreu nesta sexta-feira, 9, nos Estados Unidos, durante encontro entre as lideranças.

Woods apontou que, para tornar a atuação viável, seriam necessárias mudanças profundas nas estruturas comerciais e jurídicas do país. Segundo ele, proteções duradouras aos investimentos e alterações nas leis de hidrocarbonetos são indispensáveis.

Ele também ressaltou que, caso haja convite do governo venezuelano e garantias de segurança, poderia ser enviada uma equipe ao local para avaliar possibilidades de atuação. A ideia seria contribuir para levar petróleo bruto venezuelano ao mercado a um preço justo.

Contexto e perspectivas

O executivo ressaltou que há margem de trabalho conjunto entre governos dos EUA e da Venezuela para implementações futuras. Sobre o governo venezuelano, Woods disse não ter opinião formada, destacando o desafio dos recursos.

O CEO lembrou que a Exxon entrou na Venezuela na década de 1940 e saiu há cerca de 20 anos. Segundo ele, os bens da empresa foram confiscados duas vezes, o que implica mudanças significativas para um retorno.

Nessa linha, Woods enfatizou que qualquer retorno exigiria condições diferentes do que se viu historicamente e do cenário atual. A nota pública da Exxon foi divulgada na página da empresa.

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