Lucy Rigby, ministra da Cidade, é acusada de ignorar contribuintes ao sofrer críticas sobre uma brecha tributária de 2 bilhões de libras que beneficia grandes bancos envolvida no escândalo de empréstimos de automóveis. A controvérsia envolve regras de 2015 que impedem deduzir indenizações de lucros para cálculo do imposto.
Relatórios do Guardian indicam que bancos poderão explorar a brecha ao pagar compensações a vítimas de um esquema avaliado em 11 bilhões de libras. Divisões de financiamento de carros são registradas como entidades não bancárias, ficando fora das regras.
O Observatório de Responsabilidade Orçamentária confirmou que o custo aos cofres públicos pode chegar a 2 bilhões de libras nos próximos dois anos. O pedido de intervenção foi feito por um deputado do Partido Liberal Democrata da comissão do Tesouro.
Rigby respondeu por escrito em 29 de dezembro, segundo o Guardian, dizendo que a restrição não se aplica a empresas não bancárias, ainda que integrem grupos financeiros. Ela agradeceu ao parlamentar pela conscientização, citando desejo de uma solução eficiente.
Mudança de tema: posição do governo e próximos passos
A Guardian informou ainda que o regulador financeiro está finalizando um esquema de compensação para empréstimos de automóveis, com anúncio esperado entre fevereiro e março. O governo afirma buscar uma solução estável para consumidores e empresas.
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