A Movida levantou 3,5 bilhões de reais em captações no início deste ano, para enfrentar vencimentos de 2026 estimados em cerca de 2,5 bilhões. A operação envolve recursos próprios da empresa e aportes de parceiros internacionais.
Entre os financiadores está o IFC, braço do Banco Mundial, com participação de 235 milhões de dólares (aproximadamente 1,3 bilhão de reais). O acordo marca a abertura de relacionamento da locadora de veículos com o IFC e bancos internacionais.
O funding tem foco em longo prazo e em metas de ESG. A auditoria fica a cargo do IFC, que exige cumprimento de metas de redução de emissões até 2033, incluindo queda de 20% nas emissões da frota da Movida.
O CEO Gustavo Moscatelli afirmou que a participação do IFC confere credibilidade e atrai outros bancos para a operação. Segundo ele, todos os vencimentos de 2026 já estão cobertos pelas captações anunciadas.
A Movida afirmou que o conjunto de emissões amplia o acesso a fontes de funding de longo prazo, reduz o custo médio da dívida e fortalece o balanço e o fluxo de caixa. O objetivo é melhorar o perfil de dívida, ampliar prazos e eliminar o volume de refinanciamento previsto para 2026.
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