Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

WeWork no Brasil: estratégia para atender clientes vai do café à Starbucks

WeWork aposta na experiência local no Brasil, mantendo café coado e parcerias com Oakberry/Starbucks para retenção; ocupação de setenta a 82,5% e expansão em 2028

WeWork tem trabalhado com ocupação de 83% em São Paulo, o seu principal mercado no Brasil, segundo executivos
0:00
Carregando...
0:00

A WeWork avança na estratégia de retenção de clientes no Brasil, enfatizando melhorias na experiência do usuário, incluindo detalhes como o serviço de café. A companhia tem 70 edifícios na América Latina, 28 deles no Brasil, e busca diferenciar-se em um mercado de escritórios de alto padrão.

Claudio Hidalgo, presidente para a América Latina, explica que a escala não substitui o foco na experiência do usuário. A escolha do café é local e feita a partir de testes de preferência nas unidades, em vez de um volume global único.

Estefania Barbosa, Area Director no Brasil, revela que no Brasil o café coado atende ao paladar dos membros, diferentemente de outros mercados. A padronização é mantida, com marcas locais sujeitas a ajustes regionais.

Parcerias e serviços agregados

Para elevar satisfação e retenção, a WeWork testa serviços de empresas reconhecidas dentro das unidades. Em São Paulo, a região da Avenida Paulista recebeu operações de venda associadas, incluindo Oakberry e Starbucks, com planos de expansão para outras unidades.

Barbosa afirma que a presença de marcas reconhecidas aumenta o valor percebido pelo associado. A ideia é manter o café na proposta de valor, aliando conveniência a experiências de consumo dentro dos espaços.

Hidalgo comenta que o crescimento de receita e lucratividade no Brasil ganhou impulso com a unificação global de 2024, que substituiu o modelo de unidades independentes. A meta é manter total integração operacional.

Ocupação e estratégia de expansão

O ponto ideal de ocupação fica em torno de 85%, segundo o executivo. Os 15% restantes permitem ajustar preços conforme a demanda, maximizando lucratividade. Dados de janeiro de 2026 indicam 82,5% de ocupação no Brasil e 83% em São Paulo.

A WeWork aponta planejamento conservador de expansão: consolidar o portfólio atual em 2026 e 2027, com possível abertura de novas unidades a partir de 2028, dependendo do momento do mercado.

Hidalgo reforça que a decisão de abrir novos locais depende de fatores como localização, acesso a transporte, oferta de restaurantes e espaços ao redor. A qualidade do entorno é determinante.

Cenário de demanda e posicionamento

A operação brasileira recebe demanda de startups, pequenas e médias empresas, com participação relevante de grandes companhias. Bancos e grupos tradicionalmente clientes exploram crescimento, ampliando a base de usuários.

Na avaliação dos executivos, a WeWork oferece contratos de locação com maior previsibilidade em tempos de incerteza, sobretudo em cenários eleitorais. A empresa posiciona-se como opção estável para contratos de médio a longo prazo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais