A WMcCANN anuncia a criação da WMcCANN Agro, vertical dedicada ao agronegócio, com a John Deere como primeira cliente. A iniciativa visa transformar o campo em território de marca e elevar a qualidade da comunicação entre produtor e sociedade.
Renata Bokel, CEO da WMcCANN, afirma que o setor agronômico brasileiro se tornou tecnológico e orientado por dados, o que demandou uma abordagem de comunicação mais sofisticada. A vertical reúne especialistas em estratégia, dados e criatividade para atender o agro de forma estruturada.
A decisão de estruturar a área veio de um diagnóstico interno. O campo não é uma audiência única, haja vista a diversidade de produtores, crédito, logística e inovação que o sustentam. O objetivo é olhar o agro com maior profundidade.
A experiência da agência no setor já inclui parcerias com GM, Banco do Brasil e BNDES, que dialogam com o universo rural. A WMcCANN Agro surge para organizar esse conhecimento e ampliar o papel da agência no agro.
Um ponto identificado é a necessidade de ouvir antes de falar. O estudo próprio A Verdade do Agro mapeará percepções, expectativas e oportunidades de comunicação junto aos produtores. A iniciativa começa a ganhar forma.
A filosofia Truth Well Told embasa o trabalho, buscando a verdade da marca e sua comunicação relevante para o contexto cultural do país. O estudo pretende alinhar mensagens com a realidade do produtor.
Campo e cidade: a comunicação precisa ultrapassar estereótipos. A narrativa deve traduzir a inovação e o impacto do agro na vida cotidiana, reduzindo a distância entre o setor e o público urbano.
Para liderar a operação, a WMcCANN contratou Alê Braga como Chief Product Officer. Braga retorna à agência, com passagem anterior de mais de 30 anos no segmento e experiência em projetos para John Deere, entre outros.
A parceria com a John Deere, na América Latina, consolida o eixo entre tecnologia, produção e inovação. A fonte ressalta que esse alinhamento favorece narrativas sobre sustentabilidade, eficiência e o futuro da alimentação.
A CEO não define metas de crescimento para a vertical nem o número de clientes. O foco é ampliar narrativas sobre a inovação do campo brasileiro, o impacto econômico e as histórias humanas por trás da transformação.
O interesse por quem produz já começa a atrair marcas de outros setores, que veem valor em compreender o produtor. O território agro é apresentado como espaço fértil para construir relevância de longo prazo.
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