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Bolsas asiáticas caem com pressão em Estreito de Ormuz

Bolsas asiáticas abrem em queda após impasse entre EUA e Irã sobre Ormuz, com petróleo acima de US$ 100 e risco de interrupção de fornecimento global

Os mercados asiáticos são especialmente sensíveis ao que acontece em Ormuz pois países como China, Índia, Japão e Coreia do Sul são dependentes do petróleo que atravessa o estreito
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As bolsas asiáticas abriram em queda nesta segunda-feira (23 mar 2026), em resposta ao impasse entre Estados Unidos e Irã sobre a via de comércio no Oriente Médio. O estreito de Ormuz acirrou a tensão, alimentando a aversão ao risco entre investidores.

O derretimento foi observado em diversos índices: Xangai −2,25%, China A50 −1,70%, CSI 1000 −2,68%, Hang Seng −3,18%, Nikkei −3,68%, Kospi −5,78%, STI −2,11%, Nifty 50 −1,78%, BSE Sensex −1,84%. A queda sinaliza sensibilidade regional ao petróleo que passa por Ormuz.

Contexto da tensão financeira e geopolítica

No fim de semana, o governo dos EUA intensificou a pressão ao usar redes sociais para exigir a reabertura de Ormuz em 48 horas, sob ameaça de ações militares contra o Irã. A resposta iraniana foi anunciada no domingo: fechar o estreito de forma indefinida caso haja ataque.

O Irã afirma que o tráfego em Ormuz está restrito a navios hostis, e que o fechamento pode se tornar total se as ações norte-americanas forem concretizadas. O estreito permanece sob controle iraniano desde o início da guerra regional em curso.

A situação já elevou custos na região: seguradoras aumentaram significativamente as tarifas para navios que passam pela área, e há risco potencial de impactos prolongados no abastecimento de energia e gás globalmente.

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