A Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) pediu cautela quanto à adoção da bandeira verde na tarifa de energia elétrica em abril, mesmo com a manutenção do padrão desde janeiro. A decisão recente depende do volume de chuvas e do funcionamento dos reservatórios.
Segundo o presidente da entidade, Flávio Rosco, a bandeira verde não implica custo adicional, mas o cenário hidrológico ainda é incerto. Ele destacou a necessidade de monitorar a situação e estar preparado para mudanças na tarifa.
A Aneel mantém a bandeira verde desde janeiro, em razão do bom volume de chuvas que ajuda a recompor os reservatórios. A medida representa menor custo para a geração, sem cobrança extra ao consumidor.
A coletiva reforça a orientação de uso racional de energia para evitar sobrecarga na rede e manter a estabilidade do sistema. A previsão climática permanece instável, o que pode provocar alterações nas bandeiras tarifárias.
A Fiemg orienta que indústrias e consumidores acompanhem informações oficiais da Aneel e as condições climáticas para ajustar consumos e evitar surpresas na conta de luz. A cautela continua válida até novas leituras hydrológicas.
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