Em 2026, o reajuste médio no preço dos medicamentos ficará em 2,47%, abaixo da inflação anualizada de 3,81%. A informação foi divulgada pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) na terça-feira, 31 de março de 2026.
A base de comparação usada pela CMED é a inflação acumulada em 12 meses até fevereiro. Os reajustes entram em vigência a partir de abril e visam equilibrar proteção ao consumidor e compensação ao setor farmacêutico.
A CMED define três níveis máximos de reajuste, variando de 1,13% a 3,81% em 2026, conforme a concorrência entre os medicamentos. Nível 1 chega a 3,81%, Nível 2 a 2,47% e Nível 3 a 1,13%.
- Nível 1: 3,81% para medicamentos com concorrência.
- Nível 2: 2,47% para medicamentos de média concorrência.
- Nível 3: 1,13% para pouca ou nenhuma concorrência.
Os reajustes máximos não são automáticos. Fabricantes e redes de farmácias podem aplicar valores menores ou manter preços estáveis, conforme o setor.
Classes com regras especiais não seguem o mesmo critério anual. Fitoterápicos, homeopáticos e alguns medicamentos isentos de prescrição com alta concorrência possuem regimes específicos dentro do sistema de regulação de preços.
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