O presidente Lula reagiu nesta quinta-feira a novas críticas dos Estados Unidos ao Pix e afirmou que ninguém vai obrigar o governo brasileiro a mudar o método de pagamento. A declaração ocorreu em meio a cobranças norte-americanas sobre o modelo.
O Banco Central continua avançando com a agenda evolutiva do Pix. Nos últimos 12 meses, a ferramenta registrou transferências que somaram R$ 35,36 trilhões e atingiu recordes de volume, conforme dados oficiais.
Economista analisa que a evolução do sistema incomoda grandes bancos. Segundo ele, multinacionais do setor ganham com a burocracia e veem a competição com o Pix como desafio, dado o ganho de agilidade e custo zero do uso.
Dados e impacto
A ferramenta ganhou destaque por facilitar pagamentos rápidos entre pessoas e empresas, principalmente durante a pandemia, quando o empreendedorismo cresceu.
Especialista aponta que a simplicidade do Pix é vista como ameaça por setores que dependem de cartões, que costumam ter custos e burocracia maiores.
O modelo brasileiro é gerido pelo Banco Central com foco em segurança, neutralidade e supervisão, o que faz parte da atuação institucional para manter o sistema confiável.
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