O Banco Central divulga novidades para o Pix, o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, em meio a uma polêmica internacional envolvendo Brasil e EUA. As mudanças visam ampliar a funcionalidade e a competitividade do meio de pagamento utilizado no cotidiano, especialmente em pequenos negócios e consumo diário.
O Pix já movimentou cerca de R$ 35 trilhões no último ano. Mesmo com a disputa entre governos, o BC mantém o cronograma de implantação de novas funções. A expectativa é manter a liderança do Brasil no ecossistema de pagamentos digitais.
No curto prazo, o Pix cobranca torna-se obrigatório ainda neste ano, integrando QR Code com boleto. Também será oferecida a funcionalidade de duplicata, permitindo que empresários antecipem recebíveis com menor custo. Essas ações visam melhorar a eficiência de fluxo de caixa.
Novas funcionalidades
Até o fim do ano, entra em funcionamento o split automático de impostos no momento da compra, reduzindo a burocracia tributária para usuários. Estão em estudo o Pix internacional, pagamentos por aproximação, uso offline, Pix em garantia e opções de parcelamento sem cartão de crédito.
As propostas buscam ampliar a concorrência no mercado, reduzir juros para operações com Pix e facilitar transações em diferentes cenários, incluindo comércio exterior e operações com pequenos empresários. O Banco Central afirma que as mudanças manterão a segurança do sistema.
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