O Valor Econômico e a Pequenas Empresas & Grandes Negócios lançam a segunda edição do prêmio Médias de Valor, que reconhece o papel de empresas de médio porte na economia. A iniciativa tem apoio da Fundação Dom Cabral e é apresentada pelo Itaú Unibanco.
Podem competir empresas com receita líquida entre 15 milhões e 500 milhões de reais no exercício encerrado em 2025, que não integrem grupos econômicos e que atuem com fins lucrativos. As inscrições vão até 30 de junho e devem ser feitas através do site dedicado.
A avaliação envolve quatro critérios: liderança, estratégia, processos e resultados. Participantes são divididos por faixas de receita e passam por avaliação de maturidade de acordo com o estágio de desenvolvimento. Os finalistas acompanham especialistas convidados pela Editora Globo.
O que mudou em relação ao ano anterior
Os 20 negócios vencedores serão anunciados em novembro de 2026, em cerimônia ainda não definida. O evento reunirá representantes das empresas premiadas e líderes do setor empresarial, com destaques das pesquisas veiculados no Valor e na PEGN.
No ano inaugural, 2025, mais de 500 empresas mostraram interesse e 240 passaram por triagem técnica. O questionário aplicado reuniu quase 200 perguntas, com a etapa final contando com verificação documental, histórico e práticas de inclusão e sustentabilidade.
Desempenho dos vencedores de 2025
Vinte companhias receberam o prêmio em dezembro, em cerimônia no hotel Rosewood, em São Paulo, com cerca de 200 convidados. As campeãs destacaram-se pela gestão estratégica, atingindo 97% da nota máxima. O aporte de propósito e valores à cultura organizacional também foi marcante.
A visão de futuro foi eixo central em 70% das vencedoras, que monitoram indicadores, promovem ajustes contínuos e desenvolvem projetos de alto impacto. Liderança e gestão de pessoas também tiveram desempenho superior, com práticas de retenção e reconhecimento mais robustas.
Notas elevadas em inovação sinalizaram metas claras e alinhamento estratégico. Além disso, as organizações premiadas apresentaram governança mais profissionalizada, com conselhos atuantes e maior transparência. A presença feminina na liderança foi notável: 35% das CEOs entre as vencedoras eram mulheres.
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