O setor imobiliário chinês segue enfrentando um estoque de prédios de apartamentos inacabados que não podem ser entregues aos compradores. A situação persiste em várias regiões, com obras paralisadas e imóveis sem infraestrutura concluída.
As autoridades implementaram medidas para acelerar a conclusão dos projetos, mas o resultado inclui imóveis inacabados e com falta de comodidades básicas. O objetivo é estabilizar o mercado e reduzir o volume de obras difíceis de concluir.
No país, o governo não divulga números oficiais sobre habitações não entregues, dificultando a avaliação do impacto. Contratadas por construtoras, famílias que adquiriram imóveis e instituições financeiras são os principais atores envolvidos.
O cenário reflete tensões no financiamento de obras e no fluxo de caixa das empresas, além de afetar a confiança de compradores. Analistas apontam que a dinâmica segue sendo um desafio para a recuperação do mercado imobiliário nacional.
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