Nos três primeiros meses de 2026, a China registrou crescimento de 5% no PIB em relação ao mesmo período de 2025, segundo análise da CNN. O desempenho ficou acima do registrado no trimestre anterior, com alta de 4,5%.
O principal motor do avanço foi o ritmo de exportações. Mesmo com queda observada em março, as vendas ao exterior cresceram 14,7% no trimestre, puxadas por produtos de tecnologia e energia limpa.
Além disso, itens como carros elétricos, baterias de lítio e turbinas eólicas contribuíram para a expansão, destacando a dependência crescente da demanda externa para a economia chinesa.
Exportações impulsionam o PIB
A análise aponta que, mesmo diante da tensão geopolítica na região, o comércio externo manteve o impulso e compensou a fraqueza do consumo doméstico. Especialistas destacam que o crescimento externo tende a sustentar o PIB neste cenário.
Entretanto, o governo chinês alerta para um consumo interno fraco. A produção tem ficado acima da demanda, o que pode pressionar investimentos e criar vulnerabilidades futuras. O varejo vem perdendo fôlego nos últimos meses.
A baixa no ritmo de vendas no varejo acompanha a redução dos subsídios e a menor demanda por automóveis, segundo avaliação de analistas. A conjuntura interna preocupa quem acompanha as perspectivas de curto prazo.
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