O aumento dos preços da gasolina nos Estados Unidos pressiona motoristas de Uber e Lyft em todo o país. A elevação ocorre após o início de um conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, que elevou internacionalmente o preço do petróleo. Em resposta, os custos operacionais subiram para centenas de dólares mensais.
Os motoristas relatam que, para manter o mesmo ganho, muitos precisam dirigir mais ou reduzir quilômetros. Mesmo com programas de descontos e recompensas lançados pelas plataformas, eles avaliam as ações como insuficientes e pouco relevantes frente à subida de tarifas.
Viagens em áreas como Oakland, Boston, Chicago e Los Angeles ilustram o cenário. Profissionais dizem que o custo do combustível passou de valores próximos de 36 dólares para 60 ou mais em um tanque, impactando diretamente a renda.
Reação dos motoristas
Resultados de custo com combustível causam mudanças nas rotas e horários. Profissionais relatam dedicar mais horas diárias para manter ganhos anteriores, enquanto outros reduzem a atividade para conter despesas. A classe de trabalho envolve custos de aquisição, manutenção e combustível.
Operadores independentes dependem de car tax, leasing e despesas com veículo. Alguns motoristas relatam que o suporte financeiro oferecido pelas plataformas parece menor do que o esperado, gerando sentimento de desvalorização.
As companhias destacam medidas de desconto e cashback por meio de cartões de cada operadora. Em comunicados oficiais, Uber e Lyft enfatizam que os programas visam amortecer parte dos gastos com combustível, sem, contudo, assegurar aumento direto aos ganhos dos motoristas.
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