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Área de fiscalização do BC encolhe após uma década

Área de fiscalização do Banco Central encolhe 21,7% desde 2015, enquanto número de instituições supervisionadas cresce e o setor se torna mais complexo

Banco Central do Brasil — Foto: Divulgação
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A área de fiscalização do Banco Central (BC) encolheu nos últimos dez anos. De 2015 a 2026, o quadro de servidores caiu 21,7%, de 774 para 606 funcionários. A supervisão bancária e o acompanhamento de riscos ficaram mais enxutos mesmo diante de um mercado mais complexo.

Essa redução contrasta com o crescimento do universo regulado. O número de instituições autorizadas pelo BC subiu de 578 para 889 no mesmo período, excluindo cooperativas de crédito e administradoras de consórcios. O avanço se destaca também pela expansão das instituições de pagamento (IPs), de 0 para 203.

Com menos equipes, a supervisão recai sobre um conjunto maior de regulados e sobre um sistema mais intricado. Em 8 de abril, durante audiência na CPI do crime organizado, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, comparou o regulador brasileiro a Fed e ao BC da Índia em termos de quadro de servidores. O BC brasileiro tem 3.068 funcionários, segundo dados de março.

A reportagem completa traz a leitura sobre o impacto dessa evolução na supervisão do sistema financeiro e nos riscos que deveriam ter sido mitigados, como no caso envolvendo o Banco Master. Fonte: Valor Econômico, com dados obtidos via LAI.

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