Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Dólar continua como porto seguro, aponta Morgan Stanley

Morgan Stanley afirma que o dólar continua porto seguro e domina reservas globais; desdolarização é mito, com efeito limitado em emergentes

Photo
0:00
Carregando...
0:00

O Morgan Stanley divulgou um relatório que desmonta a ideia de desdolarização e sustenta que o dólar continua sendo a moeda de referência mundial. O estudo aponta que o dólar representa entre 60% e 70% das reservas de bancos centrais e de transações internacionais.

Renato Grandmont, diretor de investimentos do banco, afirma que o dólar permanece como porto seguro para investidores. Segundo ele, mesmo com o aumento do ouro nas carteiras de diversas instituições, a moeda norte-americana continua dominante pela liquidez.

O relatório comenta ainda o cenário de criptomoedas, citando a regulação americana. O Genius Act, previsto nos EUA, serve como base para as stablecoins, segundo o documento.

Dólar como porto seguro

Grandmont destaca que, apesar do crescimento da fatia de ouro nas reservas, o dólar continua a liderar. A análise aponta que a moeda representa a maior parte das posições de bancos centrais, reforçando sua função de referência global.

O texto ressalta que o sistema jurídico dos EUA proporciona uma base de tranquilidade aos investidores. Pequenas dúvidas sobre a liderança do dólar surgem, mas não alteram o panorama de longo prazo, segundo o relatório.

O executivo cita a volatilidade recente da moeda, lembrando que, nos últimos 10 anos, o dólar ficou entre 1,0 e 1,25 frente ao euro. O patamar atual é citado como referência para avaliações de risco.

Perspectivas para mercados emergentes

O Morgan Stanley mantém visão otimista para a bolsa norte-americana, considerada a principal posição de overweight. Em seguida, o banco aponta perspectivas positivas para alguns mercados emergentes, especialmente na América Latina, como México e Brasil.

A equipe reforça atenção à volatilidade política brasileira, prevista em função de eleições. Em comparação com a Ásia, países da região são mais sensíveis à alta de petróleo, que impacta especialmente importadores de crédito energético.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais