O programa Essential Air Service (EAS) mantém voos em cidades pequenas dos EUA, conectando-as a grandes hubs. Em Rhinelander, Wisconsin, com cerca de 8 mil habitantes, isso garante ligações aéreas que, de outra forma, poderiam deixar de existir.
O EAS é uma subvenção federal destinada a manter serviços de avião em comunidades remotas. Ao todo, 177 localidades recebem esse apoio, sendo 65 delas no Alasca. A ideia vem de um período de maior regulação do setor.
No cerne do programa, o governo subsidia rotas para que companhias aéreas operem voos regulares a baixo custo por trecho. Os recursos variam; podem chegar a milhões por rota ao longo do ano.
A operação dos voos EAS depende de requisitos mínimos de tamanho de aeronave e de frequência, mas as empresas têm margem para escolher equipamentos e serviços oferecidos a bordo.
A reserva de voos EAS costuma ocorrer pela internet, com algumas rotas operadas por subsidiárias regionais ou pela própria companhia-mãe. A disponibilidade depende do operador e da rota.
Para manter o status EAS, as comunidades precisam cumprir critérios de demanda, como média de passageiros por voo e limites de subsídio por passageiro. Alcançar esses parâmetros varia conforme a região.
O Departamento de Transportes divulga detalhes técnicos sobre as regras de qualificação e operação, com variações entre áreas contíguas, ilhas e territórios. Acompanhamento é anual e técnico.
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