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Carros elétricos de entrada: China aponta fim dos modelos a combustão

Eletrificação de entrada avança no Brasil, com chineses chegando a cerca de R$ 100 mil, ampliando opções urbanas e reduzindo espaço para modelos a combustão

Elétricos baratos: China mostra que carros de entrada não serão mais a combustão
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Elétricos baratos ganham espaço no Brasil. Modelos de entrada na casa dos R$ 100 mil demonstram que a tendência de eletrificação não é apenas para carros premium. Em ritmo acelerado, marcas chinesas entram com propostas de custo menor e boa autonomia.

O recorte econômico já impacta o mix: o Wuling Bingo aparece como a opção mais acessível, com motor elétrico de cerca de 101 cv e torque de 18 kgfm. Pela configuração, oferece entre 200 e 300 km de autonomia, dependendo da versão, chegando a 450 km com a bateria de 52 kWh.

Geely EX2 surge como equilíbrio entre preço e versatilidade, com autonomia de até 289 km no Inmetro e até 350 km na prática. O modelo é citado como candidato a o Brasil, com preço próximo de R$ 120 mil. O GAC Aion UT entrega desempenho superior, com cerca de 204 cv e autonomia em torno de 430 km.

Dongfeng Box atua como intermediário entre custo e eficiência, mantendo a faixa de entrada do segmento. No cenário, Dolphin Mini da BYD e Aion UT do grupo GAC aparecem como evolução natural do segmento, enquanto EX2 e Bingo sustentam a base de volume.

Ao todo, o mercado brasileiro registra movimento significativo: a faixa de entrada de elétricos já compõe cerca de 7 a 8 mil veículos novos por mês. A transformação do setor, iniciada há poucos anos, ganha impulso com ganhos de custo, eficiência e disponibilidade.

Fontes e dados indicam vantagem de custo para quem roda 500 km com gasolina contra 350 km com carga elétrica, em preços médios. Em cidades, a economia com energia faz a diferença entre opções de entrada. O cenário aponta para continuidade das entregas e novas apostas no curto prazo.

No momento, o ecossistema observa incremento de modelos com baterias entre 40 e 52 kWh, priorizando urbanidade e custos de operação. As próximas edições devem confirmar quais fabricantes ampliarão oferta e presença no Brasil.

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