A organização Maringá Turismo, especializada em gestão de viagens corporativas, alerta que os custos da aviação podem elevar as passagens em até 20% nos próximos meses. O movimento seria puxado pela alta do querosene de aviação, variação cambial e ajustes operacionais das companhias.
A empresa acompanha de perto o cenário econômico que afeta o setor e destaca que o combustível representa, em nível global, cerca de um terço dos custos operacionais das companhias aéreas. No Brasil, o peso do QAV fica em torno de 30% dos custos do setor, segundo dados da IATA e da ANAC.
A ABRAC reforça que a elevação de combustível tende a impactar a oferta de voos, a abertura de novas rotas e, consequentemente, o preço final das passagens. O mercado brasileiro vive retomada da demanda, com crescimento de oferta e procura, o que aumenta a ocupação e pressiona tarifas, segundo a entidade.
Diante desse cenário, a Maringá Turismo recomenda gestão estratégica orientada por dados. A antecipação de compras, revisão de políticas de viagem e uso de plataformas de self-booking são apontadas como caminhos para reduzir impactos financeiros e aumentar a previsibilidade.
Transformando planejamento em vantagem competitiva
Na prática, estudos da empresa indicam que comprar passagens com antecedência pode gerar economias significativas por emissão, especialmente em rotas de alta demanda, onde a diferença pode chegar a dois dígitos percentuais.
Organizações que atualizam suas políticas de viagem, estabelecem regras de antecedência mínima e incentivam compras responsáveis obtêm maior controle de gastos e menor desperdício. A Maringá Turismo afirma que a volatilidade deve permanecer no curto e médio prazo, exigindo governança robusta.
A integração entre tecnologia e consultoria permite identificar janelas de oportunidade tarifária que poderiam passar despercebidas em modelos tradicionais. Com dados mais transparentes, as decisões se tornam mais ágeis e embasadas, ajudando a manter a competitividade.
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