A consolidação do setor de saúde no Brasil entre 2019 e 2021 mostrou mudança de ritmo e peso das aquisições. Grandes grupos passaram a expandir portfólios por meio de compras estratégicas, diante de condições de crédito favoráveis. O movimento impactou hospitais em todo o país.
Entre os principais players, empresas como Dasa, Rede D’Or e UnitedHealth (Amil) ampliaram sua atuação com aquisições. Embora os negócios recebessem múltiplos elevados, superiores a 15 vezes o EBITDA, as operações foram estruturadas para ganho de escala e sinergias.
Para famílias empresarias, o cenário variou. Grupos com governança centralizada e planos de sucessão pouco claros enfrentaram dificuldades, com margens reduzidas. Quando houve venda, os múltiplos caíram para cerca de 7 vezes o EBITDA, ainda acima de dívidas contraídas na defesa da posição no mercado.
Contexto: ondas de mercado e perspectivas futuras
Analistas destacam que quem antecipa tendências e se mantém próximo ao mercado consegue surfar melhor as ondas. O comportamento do crédito, a regulação de pagamentos e a pressão competitiva devem moldar movimentos setoriais nos próximos anos.
Especialistas recomendam acompanhante próximo do mercado e planejamento estratégico constante. A leitura de cenários, riscos e oportunidades ajuda empresas a ajustar estratégias antes de novas ondas atingirem setores sensíveis.
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