O valor médio dos benefícios de programas sociais foi de 870 reais por mês em 2025, segundo a PNAD Contínua do IBGE. A pesquisa analisa todas as fontes de renda, não apenas salários.
Beneficiários de auxílio como Bolsa Família e BPC-Loas tiveram a renda total de transferências reduzida levemente em 2025 na comparação com 2024. Os pagamentos já são corrigidos pela inflação.
Em 2025, 3,5% da renda total dos domicílios do país veio de transferências de programas sociais. O total inclui apoios de diferentes esferas de governo, somados ao rendimento do titular.
A queda de 5 reais no valor médio, de 875 para 870 reais, é a consequência de ajustes anuais nas famílias que recebem esses benefícios. A participação relativa na renda caiu de 3,8% para 3,5%.
Ainda assim, os valores de 2025 estão bem acima dos registrados em 2019, último ano anterior à pandemia. Em 2019, o benefício médio era de 508 reais, o que representa um aumento de 71% até 2025, já descontada a inflação.
Contexto e comparação
O estudo evidencia que, embora haja estagnação recente, os programas sociais continuam com peso relevante na renda das famílias. O Bolsa Família e o BPC-Loas seguem entre os maiores beneficiários.
A PNAD Contínua é publicada anualmente pelo IBGE e traz dados sobre rendimentos de várias fontes. Nesta edição, a ênfase está na evolução das transferências sociais ao longo de 2024 e 2025.
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