O Reino Unido anunciou a extensão do prazo para a venda de carros a combustão, fixando 2035 como data limite. A decisão ocorre em aliança com Noruega, Canadá e Alemanha para acelerar a transição energética e reduzir emissões no setor automotivo. A medida impactará montadoras, concessionárias e políticas tributárias.
Noruega lidera o movimento, com meta de zero emissões até 2025 em seus mercados. O país aplicou isenções fiscais para veículos limpos, tornando o diesel inviável para grande parte dos trabalhadores e compradores. A estratégia é apoiada por ampla rede de infraestrutura de recarga.
No Canadá e no Reino Unido, o objetivo é semelhante: reduzir gradualmente as vendas de veículos movidos a combustíveis fósseis e ampliar a participação de zero emissão nas vendas. Londres ajustou o planejamento para sustentar indústria local, com metas anuais de eletrificação.
Cronograma e mudanças
- 2024: venda de carros limpos atinge 22% do total.
- 2030: chegam a 80% as transações puramente elétricas.
- 2035: fica proibida a venda de novos modelos movidos a petróleo. As regras são parte de leis ambientais aprovadas pela União Europeia e por governos parceiros.
Concessionárias passam a priorizar tecnologia de carregamento rápido e baterias, reduzindo espaço para modelos a combustão. Vendedores precisam dominar informações sobre carregamento diário e manutenção de baterias.
Desafios de infraestrutura e energia
A ampliação de frotas elétricas aumenta a demanda por energia, exigindo melhorias na rede de distribuição. A indústria de lítio e a reciclagem de baterias ganham relevância, com acordos socioambientais para sustentar o volume de produção e descarte adequado.
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