O rendimento médio per capita no Brasil avançou pelo quarto ano seguido, chegando a R$ 2.264 em 2025, conforme dados do IBGE. O aumento foi de 6,9% em relação a 2024. Todos os 26 estados e o Distrito Federal registraram alta em comparação ao ano anterior.
O levantamento utiliza o rendimento de todas as fontes, incluindo salários, aposentadorias, aluguéis, aplicações financeiras e programas sociais. Ao somar os rendimentos de todos os moradores de um domicílio e dividir pela quantidade de pessoas, chega-se ao valor por pessoa.
A maior renda per capita continua no Distrito Federal, com R$ 4.401, enquanto o Maranhão aparece como o último colocado, com R$ 1.231. Sete estados têm renda média domiciliar per capita abaixo de R$ 1.500.
Desigualdade regional
Na comparação regional, Nordeste e Norte tiveram os menores valores, R$ 1.470 e R$ 1.558, respectivamente. O Sul teve o maior rendimento, R$ 2.734, seguido pelo Sudeste (R$ 2.669) e pelo Centro-Oeste (R$ 2.712).
Índice de Gini
O estudo também calcula o índice de Gini, indicador da desigualdade. Em 2025, o Brasil registrou 0,511. O Centro-Oeste teve a maior desigualdade entre regiões (0,506), enquanto o Sul foi o menor (0,458).
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