O BTG Pactual divulgou resultados do primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 4,808 bilhões, uma variação de 42% frente o mesmo período de 2025. A margem ficou sustentada pela evolução das receitas.
As receitas totais somaram R$ 9,968 bilhões, aumento de 34% ano sobre ano, impulsionadas por desempenho sólido em Corporate Lending e Wealth Management. O banco destacou a contribuição de outras áreas, mantendo a tendência de crescimento.
Desempenho e rentabilidade
O ROAE ajustado atingiu 26,6%, ante 23,2% no 1T24, evidenciando maior lucratividade com a expansão da base de clientes. O índice de Basileia ficou em 15,9%, ligeiramente acima de 15,4% do ano anterior.
Ao fim de março, o patrimônio total do BTG somava R$ 845,6 bilhões, alta de 4,9% ante o quarto trimestre de 2025. A carteira de crédito total alcançou R$ 274,2 bilhões, frente a R$ 253,5 bilhões no mesmo período de 2025.
Origem das receitas e ativos sob gestão
A área de crédito corporativo e de negócios bancários registrou receita de R$ 2,33 bilhões, com subida de 21% na comparação anual. A carteira de crédito consolidada do banco registrou crescimento, com destaque para a expansão da base de clientes.
A captação líquida total somou R$ 83 bilhões no trimestre, enquanto os ativos sob gestão e administração combinados entre Asset e Wealth Management chegaram a R$ 2,6 trilhões. O BTG ressaltou a ampliação da base de clientes como fator-chave para o desempenho.
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