A MRV&Co informou seus resultados do primeiro trimestre de 2026, com indicadores financeiros positivos em relação ao mesmo período de 2025. A companhia destacou uma geração de caixa superior a R$ 390 milhões no trimestre.
Segundo o CFO Ricardo Paixão, o desempenho foi impulsionado pela venda de ativos da Resia e pela retomada do volume de repasses, que voltou a se aproximar da produção de unidades na operação brasileira. Dados de abril fortalecem a leitura de continuidade do crescimento.
A gestão também apontou que, despite a produção ter superado as vendas no ano anterior, o estoque de imóveis funciona como proteção contra a inflação. Com custos de construção já arcados, a empresa sinaliza possibilidade de venda em cenário favorável do programa Minha Casa Minha Vida, após ajustes de renda no fim de abril.
Desempenho operacional e perspectiva
Produção cresceu quase 10% em abril versus a média do 1º trimestre de 2026, e o volume de repasses avançou 28,5% no mesmo comparativo, segundo a companhia. Paixão comentou que os indicadores abrem caminho para um segundo trimestre bastante significativo.
O relatório ressalta a importância da venda de ativos da Resia como fator decisivo para o caixa do período. A recuperação de repasses reforça a recuperação da operação brasileira da MRV&Co. A empresa pretende acompanhar o desempenho nos próximos meses para confirmar a tendência de melhoria.
Contexto macro e aplicação prática
A MRV&Co também mencionou a janela de atuação do Minha Casa Minha Vida, que passou por ajuste de renda no final de abril. Com as unidades já construídas e custos incorridos, a empresa pretende aproveitar um cenário potencialmente mais favorável para comercialização. A companhia não divulgou números adicionais neste comunicado.
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