Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Queda do dólar impulsiona comércio, aumento de 0,5% em março atinge novo recorde

Dólar mais baixo impulsiona comércio a alta de 0,5% em março; ganho de 1,8% em 12 meses, segundo IBGE

Movimento de vendas de brinquedos para o Dia das Crianças, comércio varejista nas ruas do Polo Saara, centro do Rio de Janeiro.
0:00
Carregando...
0:00

O comércio brasileiro cresceu 0,5% na passagem de fevereiro para março, segurando uma terceira alta consecutiva, impulsionado pela queda do dólar e pela demanda por importados. O resultado é parte da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE, divulgada na quarta-feira (13).

Na comparação com março do ano passado, o setor avançou 4%. No acumulado de 12 meses, a expansão chegou a 1,8%. O dólar mais baixo, com média de R$ 5,23 em março, contribuiu para esse desempenho.

O pesquisador Cristiano Santos destaca que a tendência de alta persiste desde outubro de 2025, mesmo com oscilações em dezembro. O efeito cambial favoreceu estoque e promoções de itens importados.

Grupos que contribuíram para o avanço

Entre os oito agrupamentos, cinco subiram mês a mês:

  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: 5,7%
  • Combustíveis e lubrificantes: 2,9%
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 2,9%
  • Livros, jornais, revistas e papelaria: 0,7%
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 0,1%

Tecidos, vestuário e calçados ficou estável, enquanto Móveis e eletrodomésticos (-0,9%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,4%) registraram quedas.

Segundo o especialista, o avanço de 5,7% em equipamentos para escritório está relacionado à desvalorização do dólar, que barateou itens importados. Em março, o dólar ficou em média R$ 5,23, ante R$ 5,75 um ano antes.

Ainda conforme o estudo, o grupo de combustíveis e lubrificantes mostrou alta de 2,9% mesmo com elevações de preço provocadas por conflitos no Oriente Médio, mantendo demanda estável e elevando as receitas em 11,4% no mês.

O recuo de 1,4% nos hiper e supermercados, responsáveis por mais da metade do varejo, é atribuído pela inflação. No comércio varejista ampliado, que engloba atacado, houve alta de 0,3% de fevereiro para março, com crescimento de 0,2% no acumulado de 12 meses.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais