O rendimento médio real do trabalhador no Brasil subiu para R$ 3.722 no 1º trimestre de 2026, segundo o IBGE, divulgado nesta quinta-feira (14.mai.2026). O dado integra a PNAD Contínua trimestral criada pelo instituto.
O valor supera os R$ 3.662 do trimestre anterior e os R$ 3.527 obtidos no mesmo período de 2025, denotando maior renda disponível mesmo com desaceleração econômica no começo do ano.
Na comparação regional, apenas Nordeste e Centro-Oeste tiveram alta no rendimento entre o fim de 2025 e o 1º trimestre de 2026. Nordeste ficou em R$ 2.616 e Centro-Oeste, R$ 4.379; as demais regiões permaneceram estáveis.
MASSA REAL
A massa de rendimento real habitual dos trabalhadores atingiu R$ 374,8 bilhões no 1º trimestre de 2026, estável em relação ao trimestre anterior (R$ 372,5 bilhões).
Na comparação anual, a massa de renda avançou, passando de R$ 350 bilhões em 1T2025 para cerca de R$ 375 bilhões neste trimestre, um crescimento de aproximadamente R$ 25 bilhões.
Economistas destacam que o desemprego está em patamar histórico baixo para o trimestre, aliado a ocupação elevada e maior renda, fatores que ajudam a sustentar a atividade econômica mesmo com juros elevados.
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