O endividamento das famílias brasileiras atingiu 80,4% em março, o maior nível da série histórica, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da CNC. O índice avançou tanto na comparação mensal quanto anual.
Mesmo com a redução gradual da Selic, os efeitos ainda não chegam ao bolso do consumidor. A alta dos combustíveis, a inflação pressionada por fatores externos e a incerteza econômica mantêm o crédito como recurso para despesas básicas, segundo a CNC.
No dia a dia, o maior risco está na prática de cada família: cortar gastos pode levar ao atraso de pagamentos como o condomínio. A taxa condominial é vinculada ao imóvel e pode virar dívida executável, com possibilidade de penhora em caso de não pagamento, segundo especialistas.
Riscos para condôminos e imóveis
Para quem enfrenta dificuldade financeira, a prioridade da dívida condominial se torna crucial. O débito pode ser cobrado judicialmente, e o imóvel pode ser leiloado se não houver quitação, conforme o Código de Processo Civil e o STJ.
Além das consequências para o proprietário, o atraso afeta o caixa do condomínio. Com menos recursos, mantimentos, manutenção e serviços podem ficar comprometidos, elevando a necessidade de rateios entre adimplentes.
Saídas e estratégias de gestão
Especialistas defendem a renegociação rápida de débitos junto ao condomínio para evitar medidas mais severas. Uma alternativa emergente é a atuação de uma garantidora de receita condominial, que assume o risco de inadimplência e garante a arrecadação mensal.
Sobre a LLZ Garantidora
A LLZ atua como garantidora de condomínios, oferecendo previsibilidade de fluxo de caixa e suporte a síndicos e administradoras. A empresa opera com capital social elevado e tem atuação nacional, com suporte regional e digital.
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