A Amazon fechou acordos com lojistas no Brasil para realizar entregas locais, como parte da expansão de sua operação logística no país. Os acordos começam em setembro e envolvem mercearias, papelarias e lojas de acessórios.
Os pontos de venda atuarão como agentes de entrega em um raio de um a dois quilômetros, segundo a empresa. A iniciativa visa usar espaços de varejo já existentes para ampliar a cobertura de entregas rápidas.
Márcio Neves, diretor de operações da Amazon, afirmou que os lojistas poderão realizar entregas por algumas horas em momentos de menor movimento, atendendo à demanda identificada entre comerciantes.
Além disso, a Amazon prorrogou o programa Fulfillment by Amazon (FBA) até 31 de janeiro. O benefício mantém coleta e armazenagem gratuitas, com cobrança de R$ 6 por unidade enviada e isenção para compras acima de R$ 79.
Virginia Pavin, diretora de marketplace da Amazon, disse que a volta da isenção e a redução do imposto de importação sobre itens de moda podem atrair vendedores ao Brasil. Ela citou contas já ativas no México e nos EUA como exemplo.
#### Detalhes da operação
A empresa pretende ampliar a rede de entrega local por meio de lojistas e reduzir tempos de entrega para áreas urbanas. O modelo buscará atender clientes que moram próximo a pontos de venda parceiros.
A iniciativa também visa consolidar a presença da Amazon no varejo brasileiro, conectando vendedores que já operam internacionalmente a consumidores locais. Em comunicado, a empresa destacou a parceria com lojistas como parte de uma estratégia de logística regional.
A proposta envolve colaborar com estabelecimentos de diferentes portes, mantendo o padrão de qualidade e suporte técnico da Amazon para os envios. Não houve indicação de mudanças de tarifas para consumidores.
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