O Federal Reserve divulgou hoje a ata da reunião em que manteve a taxa básica de juros dos Estados Unidos na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano. O documento aponta que qualquer ajuste futuro dependerá da inflação e da atividade econômica nos próximos meses.
A ata também deverá esclarecer o grau de divisão entre os membros do FOMC sobre o ritmo de cortes. Enquanto alguns sinalizam preocupação com a persistência da inflação, outros destacam sinais de desaceleração da atividade econômica.
Foi esperado que o mercado atenda ao conteúdo da ata para avaliar o caminho dos juros e as incertezas sobre tarifas comerciais associadas à gestão anterior. A leitura visa entender como o comitê equilibra inflação e crescimento.
Ata do Fed dará sinais sobre o ritmo de cortes de juros
A Nvidia apresentará hoje, após o fechamento, o resultado do primeiro trimestre fiscal. A expectativa de consenso é de lucro por ação de US$ 1,78. A empresa fabrica chips amplamente usados em aplicações de IA.
Nos últimos trimestres, a Nvidia registrou altas de receita e lucro superiores a 60% na comparação anual, impulsionadas pela demanda de tecnologia para IA. O mercado observa se esse impulso permanece.
Além do lucro, o claro sinal será o guidance para os próximos trimestres. Números acima do esperado sustentam o apetite por IA; abaixo, podem provocar ajustes no setor de tecnologia.
A Nvidia tornou-se um termômetro do entusiasmo com IA em Wall Street, influenciando o humor de grandes empresas de tecnologia. Resultados fortes tendem a manter o rally; frustrações costumam puxar correções.
Balanço da Nvidia é termômetro do mercado de IA
- O resultado da Nvidia é acompanhado de perto por investidores que desejam confirmar a continuidade da demanda por infraestrutura de IA.
- A avaliação da empresa tem repercussão sobre outras companhias do setor e sobre o fluxo de investimentos em tecnologia.
- O mercado monitora o desempenho da Nvidia para calibrar expectativas sobre o ciclo de IA.
Veja o fechamento de dólar e Bolsa ontem
- Dólar: +0,85%, a R$ 5,041
- B3 (Ibovespa): -1,52%, aos 174.278,86 pontos
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