O CESAR Beat, celebrado no Recife (PE) na última semana, reuniu lideranças para debater o papel da inteligência artificial no ecossistema de inovação brasileiro. O evento marcou os 30 anos do CESAR e mostrou IA como motor de transformação para reduzir ciclos de inovação.
As falas destacaram a visão de que a IA não é modismo, mas mudança estrutural no modo de operar das empresas. A ideia central é evoluir para empresas nativas em IA, integrando a tecnologia como parte do processo cognitivo, não apenas como ferramenta externa.
Referência local, o Cesar Beat reuniu executivos para discutir a adaptação de modelos de negócio à era da IA, com foco em acelerar a tomada de decisão, reduzir prazos de entrega e ampliar o acesso a soluções complexas.
Contexto
Domingos Monteiro, CEO da Neurotech, descreveu a IA como um ponto de virada para a forma como projetos surgem e avançam. Aceleração de meses para dias em fases de concepção e validação foi citada como ganho-chave.
Juliana Frota, cofundadora da ED Seguros, destacou ganhos de produtividade ao longo de toda a operação. Ferramentas desenvolvidas com o CESAR, como a plataforma Hércules, permitem combinações de dados para indicar as melhores soluções, minimizando erros humanos.
Lideranças ressaltaram que a IA também facilita o acesso de empresas menores a tecnologias antes restritas a grandes players, democratizando oportunidades no mercado. A repórter viajou a convite do CESAR.
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