O cenário externo domina o início de sessão no Brasil, com investidores de olho em resultados da Nvidia e na ata do Fed para medir o ritmo da retomada global. A incerteza geopolítica e a inflação global seguem influenciando ativos locais.
A agenda externa aponta para o desempenho das ações americanas após o fechamento, já que Nvidia é vista como termômetro do mercado de inteligência artificial. Os futuros de índices de Nova York apontam ganhos modestos nesta manhã.
Na renda fixa, títulos americanos recuam diante das tensões com o Irã, e os preços do petróleo caem. O Brent para julho recua para US$ 108,36 o barril e o WTI fica em US$ 101,50, refletindo a precaução dos investidores.
No cenário político, o enfraquecimento da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro, após a repercussão de ligações envolvendo Daniel Vorcaro, é tema de monitoramento entre os agentes econômicos. A leitura é de possível efeito marginal sobre o cenário eleitoral.
Por aqui, o exterior segue ditando o ritmo dos mercados brasileiros, com a alta nos rendimentos dos Treasuries elevando a aversão ao risco. O Ibovespa fechou próximo de 174 mil pontos, nível mais baixo desde janeiro, com pressão sobre o dólar e os juros futuros.
Entre na conversa da comunidade