Meta usou colaboradores como dados de treinamento de IA e, em seguida, fez demissões em massa
Um áudio vazado revela que Mark Zuckerberg explicou que a Meta monitorava atividades de funcionários para treinar IA, incluindo cliques, chats e uso de ferramentas. A empresa respondeu que o rastreamento era para aprimorar modelos.
Entre 21 de abril e 20 de maio, a Meta anunciou mudanças internas: instalação de software de rastreamento de teclas em máquinas de funcionários, reatribuição de cerca de 7 mil colaboradores a equipes de IA e demissões de aproximadamente 8 mil profissionais, com notificações iniciando às 4h locais em Singapura.
OpenAI, Grok e políticas regulatórias
A OpenAI planeja abrir seu capital, mirando uma estreia em setembro com avaliação de cerca de 852 bilhões de dólares. Ao mesmo tempo, a plataforma Grok introduziu a funcionalidade Skills, que permite ensinar algo uma vez e manter a lembrança.
Nos EUA, a Casa Branca reforça exigências de transparência: empresas de IA devem compartilhar novos modelos com o governo 90 dias antes do lançamento. Em ambiente privado, plataformas de viagem expandem serviços: a Airbnb adicionou itens de supermercado, aluguel de carros e hotéis boutique, aproximando-se de um sistema operacional de viagem.
Outras frentes e impactos
A cobertura de hoje também destaca que a LiveKit, plataforma de código aberto para voz e vídeo, terá demonstração ao vivo com Ben Cherry, debatendo como construir agentes de voz estáveis e confiáveis. O evento ocorre em horários regionais variados e será transmitido por YouTube, LinkedIn e Studio Link.
Esses desdobramentos mostram um ecossistema de IA em expansão, com avanços comerciais, regulações emergentes e tensões sobre uso de dados de funcionários para treinamento de modelos. Acompanhar as novas regras e as estratégias de grandes empresas continua crucial para o setor.
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