A Nvidia divulgou o lucro do seu primeiro trimestre fiscal de 2027, encerrado em 26 de abril, com lucro líquido de US$ 58,32 bilhões e receita de US$ 81,61 bilhões, ambas acima das expectativas. O lucro por ação ajustado ficou em US$ 1,87, frente a US$ 0,? no mesmo período do ano anterior.
A área de centros de dados atingiu receita recorde de US$ 75,2 bilhões, (+92% ano a ano). O negócio de Edge Computing somou US$ 6,4 bilhões, alta de 29% na comparação anual. O trimestre mostra a força da demanda por plataformas de IA em nuvem e borda.
A empresa informou que devolveu aos acionistas cerca de US$ 20 bilhões em recompra de ações e dividendos no FY2026. Até o fim do 1T2027, havia US$ 38,5 bilhões autorizados para recompra. Um acréscimo de US$ 80 bilhões à autorização foi aprovado pelo conselho.
A Nvidia alterou seu modelo de divulgação, adotando duas plataformas de mercado: Data Center e Edge Computing, com submercados Hyperscale e ACIE. Hyperscale cobre nuvens públicas e grandes empresas; ACIE foca data centers de IA específicos. Edge abrange dispositivos de IA agêntica.
As receitas de Edge Computing, no trimestre, representaram US$ 6,4 bilhões e cresceram 29% em relação ao ano anterior. Para o segundo trimestre fiscal, a empresa projetou receitas de US$ 91 bilhões e margem bruta de 74,9%, acima da visão de analistas (US$ 87,3 bilhões; 74,5%).
Após o fechamento, as ações da Nvidia recuíram 0,3% no after-hours da Nasdaq, a US$ 222,87. No pregão regular, o papel fechou em alta de 1,3%. A métrica de avaliação da empresa ainda reflete um valor de mercado superior a US$ 5,41 trilhões.
Jensen Huang, fundador e CEO, afirmou que a construção de fábricas de IA está acelerando, com a IA generativa já gerando trabalho produtivo e valor para empresas. Huang ressaltou a posição única da Nvidia nas redes, na computação de fronteira e em ambientes de código aberto.
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