O desembargador Ricardo Couto, governador em exercício do Rio, sancionou nesta quinta-feira, 21 de janeiro de 2026, uma lei que estabelece regras mais rígidas para investimentos do Rioprevidência, o fundo de aposentadorias dos servidores estaduais, com foco em operações de risco.
A mudança surge após a prisão do ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, por ter, segundo investigação, injetado quase 1 bilhão de reais no Banco Master. A Polícia Federal analisa se houve favorecimento a brasileiros ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro.
Entre as novas regras, investigações e aplicações devem constar em informes detalhados, com indicação de instituições, fundos, rentabilidade, taxas e riscos. Operações fora dos critérios só podem ocorrer com parecer técnico e aprovação expressa do conselho.
O projeto é de Luiz Paulo (PSD) e visa aumentar a previsibilidade na gestão dos recursos. Couto, porém, vetou um trecho que exigia priorizar a segurança dos ativos restringindo as aplicações a instituições públicas federais, alegando limitações técnicas à carteira.
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