O GPA comunicou a venda de toda a sua participação na Stix Fidelidade e Inteligência para a RD Saúde, encerrando a joint venture no segmento de fidelidade. O negócio envolve 66,7% do capital da Stix e está avaliado em 23 milhões de reais, a serem pagos ao GPA. A conclusão depende de aprovações regulatórias.
Durante a transição, as empresas manterão o programa Stix em funcionamento com condições equivalentes, incluindo acúmulo e resgate de pontos pelos clientes do GPA. A transação reforça a estratégia de gestão de portfólio e capital do GPA, que enfrenta pressão financeira.
Vamos aprova novo programa de recompra de ações
A Vamos aprova um novo programa de recompra, após o término do plano anterior. Serão permitidas até 36,9 milhões de ações, equivalentes a 7% das ações em circulação. O programa terá 18 meses de duração, de maio de 2026 a novembro de 2027. O objetivo é maximizar valor aos acionistas.
As ações adquiridas poderão permanecer em tesouraria, ser canceladas, vendidas ou usadas em planos de remuneração baseado em ações. A empresa ressalta que a operação não reduz o capital social.
Axia Energia migra para o Novo Mercado
A Axia Energia informou que a B3 aprovou a migração de suas ações para o Novo Mercado, o que implica maior governança e transparência. A empresa passará a ter ações ordinárias AXIA3 e ações preferenciais classe C AXIA7, estas conversíveis até 2031.
As preferenciais A1 e B1 serão convertidas em ON na razão de 1,1 por cada PNA1 ou PNB1. A negociação das ações antigas encerra em 5 de junho, e a negociação das ON resultantes começa em 8 de junho. A mudança simplifica a estrutura acionária.
Energisa vende ativos para a Taesa
A Energisa e a Energisa Transmissão de Energia fecharam acordo para vender cinco ativos de transmissão à Taesa por 1,545 bilhão de reais. O preço reflete um enterprise value de 2,293 bilhões e uma dívida líquida de 748 milhões.
Após a venda, a Energisa manterá uma plataforma de transmissão com RAP anual de 777 milhões de reais, cobrindo cinco ativos operacionais e três em construção. A operação busca otimizar o capital da empresa e reciclar recursos.
Para a Taesa, a aquisição adiciona aproximadamente 291 milhões de reais em RAP no ciclo 2025-2026, com concessões de cerca de 22 anos. O negócio implica 1.305 quilômetros de linhas, 12 subestações e 4.494 MVA de transformação, ampliando capacidade.
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