Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

CNI ajuíza ação no STF contra fim da ‘taxa das blusinhas’

CNI ajuíza ADI no STF contra fim da taxa de importação para até US$ 50, alegando violação de isonomia, concorrência e ausência de urgência

Confederação argumenta que MP viola princípios constitucionais da isonomia, da livre concorrência e carece de requisito constitucional de urgência
0:00
Carregando...
0:00

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) ajuizou uma ação direta de inconstitucionalidade no STF contra o fim da cobrança de imposto de importação sobre mercadorias de até US$ 50, conhecido como a “taxa das blusinhas”. A medida foi editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sexta-feira, 22, por meio de Medida Provisória.

A entidade sustenta que a MP viola princípios constitucionais, como isonomia e livre concorrência, além de carecer de requisito de urgência. A CNI também aponta que há projetos de lei tramitando no Congresso sobre o tema, o que afasta a necessidade de edição via MP.

Para a indústria, zerar a taxa de importação para itens de pequeno valor representa tratamento diferenciado às importações, o que pode afetar o mercado interno e o patrimônio nacional. A CNI afirma que a medida poderá provocar perda de empregos e prejudicar a economia brasileira.

O diretor jurídico da CNI, Alexandre Vitorino, disse que a redução automática não atende à urgência exigida para medidas provisórias. Mesmo reconhecendo a relevância do tema, ele ressaltou que não se trata de matéria de caráter premente.

A CNI ainda avalia impactos sobre a concorrência entre setores produtivos nacionais, citando deslocamento de empregos, renda e renúncia fiscal como pontos relevantes a serem considerados na análise da MP.

Dados oficiais indicam aumento nas importações de pequeno valor, com salto de US$ 800 milhões em 2013 para US$ 13,1 bilhões em 2022. O volume de remessas postais também cresceu, de 70,5 milhões em 2018 para 176,3 milhões em 2022.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais