O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, afirmou que o governo federal trabalha para reduzir ao máximo os impactos da guerra no Oriente Médio sobre o turismo brasileiro. Em entrevista à CNN nesta quarta-feira, ele detalhou medidas rápidas adotadas, como a redução do piso do querosene de aviação e do diesel.
Feliciano destacou que o Brasil manteve a trajetória de crescimento do setor mesmo com o conflito, lembrando que 2025 foi excepcional para o turismo e 2026 tem apresentado novos recordes. O ministro informou que o fluxo de turistas estrangeiros no primeiro trimestre de 2026 atingiu o maior patamar da série histórica, e que o movimento de passageiros nacionais nos quatro primeiros meses também registrou recorde.
Dados divulgados enfatizam o crescimento do turismo internacional, com gastos de visitantes chegando a 20 bilhões de reais em 2026. O ministro ressaltou ainda que o Brasil pode se tornar destino alternativo para turistas de regiões afetadas por conflitos, mantendo o foco em oportunidades para o setor.
Em agenda recente na China, Feliciano destacou o potencial do mercado chinês para o turismo brasileiro. O governo trabalha para ampliar a entrada de visitantes com a isenção de vistos para viagens de curta duração e negocia com a China Eastern a possibilidade de um voo direto ao Brasil com uma única parada técnica, ampliando a conectividade.
O ministro também citou o crescimento de turistas chineses entre 2024 e 2025, que ocorreu mesmo antes da proposta de isenção de vistos. A parceria com a China visa facilitar fluxos de visitantes e fortalecer a expansão aérea entre os dois países, conforme anunciado pela pasta.
Sob supervisão de Mayara da Paz
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