A Administração Federal de Aviação dos EUA autorizou a Boeing a aumentar a produção do 737 MAX para 47 aeronaves por mês, a partir deste verão. A decisão encerra o regime de produção limitado que estava vigente desde os acidentes com o modelo.
A autorização foi anunciada pela CEO da Boeing, Kelly Ortberg, após a conclusão de uma revisão final com a FAA. A marca de 47 por mês depende da estabilidade das linhas de montagem nos próximos meses.
A FAA ainda mantém inspeções rigorosas para assegurar que o aumento não comprometa a segurança. A agência ressaltou que os inspetores revisaram detalhadamente as linhas de produção.
O que mudou
- A Boeing passa a operar com uma taxa mensal maior, após manter 38 aviões por mês anteriormente.
- A decisão de ampliar o ritmo foi precedida por testes internos da fabricante em 47 unidades mensais.
Quem está envolvido
- Boeing: conclusão da revisão final e implementação gradual do aumento.
- FAA: supervisão, inspeções e confirmação do ajuste de produção, com foco na segurança.
Contexto histórico
A produção chegou a ultrapassar 50 unidades mensais antes dos acidentes de 2018 e 2019, que levaram a interrupções prolongadas. Em 2024, um problema de fabricação reduziu novamente o ritmo da linha. A capacidade de 47 por mês marca retomada gradual.
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