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Nova alta do petróleo, Operação Carbono Oculto e dados Brasil e EUA marcam o dia

Petróleo sobe ante tensões geopolíticas; nova fase da Operação Fluxo Oculto mira lavagem de dinheiro em combustíveis com 59 mandados em cinco estados

Nova alta do petróleo, Operação Carbono Oculto e dados no Brasil e EUA marcam o dia — Foto: Getty Images
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A quinta-feira (28) traz sinais de aquecimento econômico no Brasil e nos EUA, com dados de emprego e contas públicas em foco. Além disso, há evolução da Operação Carbono Oculto, em meio ao racionamento de petróleo e à volatilidade do mercado. No exterior, dados do PCE, PIB e inflação moldam expectativas de juros.

No Brasil, indicadores como o Caged e a PNAD indicam aquecimento da atividade, enquanto dados fiscais ajudam a entender o ritmo das contas públicas e o cenário eleitoral. As leituras também alimentam debates sobre inflação e política econômica.

Nos Estados Unidos, o PCE e a reedição do PIB norte-americano ajudam a calibrar a aposta em juros. O conjunto de dados reforça a leitura de inflação e atividade econômica no curto prazo, com impacto direto nos mercados globais de commodities.

Nova fase da Operação Carbono Oculto

A Receita Federal, com o Ministério Público de São Paulo, o Gaeco e órgãos de fiscalização, deflagrou a Operação Fluxo Oculto nesta quinta (28). A ação amplia o combate a uma organização criminosa suspeita de atuar no setor de combustíveis.

Segundo as autoridades, o grupo utilizaria fintechs como bancos paralelos para lavagem de dinheiro, além de esquemas de adulteração de combustível e sonegação fiscal. Ao todo, 59 mandados são cumpridos em cinco estados.

A operação envolve buscas e apreensões em empresas, escritórios e imóveis vinculados aos suspeitos. As investigações também apuram possíveis ligações com cadeias de abastecimento e o monitoramento de tributos devidas.

Mercado e petróleo

As tensões internacionais seguem a esteira de ataques recentes. A Reuters indica que o Irã teria atacado uma base de defesa dos EUA, após ação norte-americana com drones perto do Estreito de Ormuz. As negociações para um acordo de paz permanecem complexas.

Em reação, o petróleo fechou a manhã em alta: o Brent subiu para US$ 96,10 o barril, alta de 1,92%. O WTI avançou para US$ 90,25 o barril, ganho de 1,77%. O movimento reflete incertezas geopolíticas e ajustes de demanda e oferta.

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