Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

O que é preciso para chegar a cargos de C-level

Especialista diz que maturidade emocional e inteligência relacional pesam mais que conhecimento técnico para chegar a cargos de c‑level, com o CISO ganhando importância na IA

Cursos online prometem ensinar atalhos para cargos de CEO, mas especialistas alertam sobre a realidade do mercado
0:00
Carregando...
0:00

O termo c-level (ou c-suite) designa os cargos de liderança máxima nas empresas, vindo de chief, em inglês. Profissionais nesse nível atuam na gestão estratégica e na interface com o conselho. A popularização envolve posições como CEO, CFO, CMO, CTO e CHRO, entre outras.

A especialista Daniela Simi, da ZRG Partners, destaca que o papel de CISO, responsável pela segurança da informação, ganha relevância com o aumento da adoção de IA nas organizações. Ela aponta que o mercado tem observado esse movimento e a demanda por profissionais nessa área cresce.

Dois caminhos diferentes costumam levar ao topo. Ser CEO de uma grande empresa exige habilidades para escalonar a gestão de um negócio que nem sempre é propriedade do executivo, enquanto empreender demanda foco maior em empreendedorismo e visão de negócio próprio.

Segundo Simi, não existe um tipo único de profissional que chega aos cargos c-level. A seleção depende do perfil da empresa, da história do executivo dentro da organização e das competências valorizadas. Um traço comum é a maturidade e a inteligência emocional.

A especialista enfatiza que, para chegar ao topo, a base é o conhecimento técnico, mas a performance passa pela capacidade de autogestão, influência e empatia. A avaliação costuma considerar as relações interpessoais e o autoconhecimento, além da visão sistêmica.

Entre as competências-chave, Simi aponta curiosidade e a habilidade de conectar acontecimentos de forma sistêmica. Profissionais bem-sucedidos costumam demonstrar interesse pelo funcionamento da empresa como um todo, não apenas da área de atuação.

No início da carreira, o diferencial costuma ser o desempenho individual. Com a ascensão à liderança, o foco passa a ser o impacto gerado pelas ações na equipe e no ambiente de trabalho, conforme a executiva. Saber engajar e motivar é visto como fator de eficiência.

Quando questionada sobre habilidades de jovens profissionais que progredirão na carreira, Simi cita o protagonismo como essencial. Apropriar-se da própria trajetória e agir com proatividade, lendo o ambiente, são caminhos para avançar.

Essa visão contempla a ideia de que o caminho para cargos de liderança exige aprendizado contínuo, abertura a mudanças e disposição para evoluir, sem perder o foco estratégico e a responsabilidade pelo conjunto da organização.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais