O Brasil está entre os países com maior dinamismo no desenvolvimento de ativos digitais, acompanhando o ritmo dos principais mercados globais. A avaliação foi feita por Gustavo Peron, em painel no TokenNation 2026, mediado pela jornalista Fernanda Capelli.
Peron ressaltou que o Brasil não lidera nem fica para trás das economias que trabalham com blockchain e tokenização. Ele aponta que o país integra o grupo de nações ativas na construção de infraestrutura para ativos digitais e na adoção de novas tecnologias financeiras.
“O Brasil está bem posicionado. Somos referência no sistema financeiro global e estamos alinhados com países que atuam com blockchain”, afirmou o executivo.
Pix e o papel da tokenização
Durante o debate, Peron explicou que o Pix influencia a evolução da tokenização no Brasil, ao oferecer transferências instantâneas amplamente utilizadas pela população. Países como os EUA demoraram mais a adotá-las, abrindo espaço para aplicações tokenizadas.
No Brasil, o Pix resolve boa parte da demanda que, em outros mercados, a tokenização ajudaria a viabilizar. Mesmo assim, a tecnologia blockchain continua relevante para ampliar possibilidades financeiras e apoiar novos modelos de negócios.
Para Peron, a combinação entre infraestrutura sólida e capacidade de inovação brasileira coloca o país em posição favorável para acompanhar a transformação global de ativos digitais. O executivo citou o papel do setor financeiro na liderança dessa transformação.
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