O setor financeiro está buscando executivos com perfil internacional, conforme o Guia Salarial 2025 da Robert Half. O destaque fica com a fluência em inglês, considerada essencial para atuar em um mercado cada vez mais globalizado. Profissionais que dominam o idioma ganham vantagem ao traduzir legislações e explorar oportunidades em mercados estratégicos.
Cursos de mestrado voltados ao setor reforçam essa tendência. Na IE Business School, em Madrid, alunos estudam em inglês e podem se especializar em áreas como tecnologia aplicada às finanças e mercados globais. A formação amplia o leque de atuação internacional para profissionais do setor.
Integração entre tecnologia e finanças
Uma reportagem da Gazeta Web detalha a convergência entre tecnologia, IA e finanças internacionais, mostrando como bancos passam a operar com estruturas mais complexas. O movimento é acompanhado por executivos que atuam em múltiplos países e moedas.
Marcelo Afonseca exemplifica esse perfil global. Com passagem pela USP e mestrado na Politecnico di Torino, atuou no JPMorgan em São Paulo e Londres, integrando equipes de tecnologia e inovação econômica. Sua carreira ilustra a demanda por especialistas com visão internacional.
A trajetória de Afonseca inclui atuação na Innovation Economy do JPMorgan, coordenando projetos para mais de 50 empresas de tecnologia na América Latina. O período coincide com a expansão digital da região e a maior demanda por executivos com competências globais.
Impacto no mercado financeiro
A transformação digital, com fintechs, bancos digitais e plataformas de pagamento, eleva a necessidade de profissionais que integrem soluções globais. Operações internacionais ganham complexidade para gerir pagamentos, financiamento e risco cambial sob múltiplas jurisdições.
A inteligência artificial também assume papel estratégico, consolidando uso em crédito, automação, prevenção a fraudes e processamento de dados. Executivos com experiência em finanças, tecnologia e operações globais passam a ser vistos como fundamentais para a liderança.
O relatório aponta que profissionais com habilidades globais e capacidade de estruturar finanças internacionais ganham relevância em um mercado que atua simultaneamente em vários países.
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