O mercado de trabalho dos Estados Unidos ganhou 172 mil empregos em maio, enquanto a taxa de desemprego ficou em 4,3%. O quadro indica resiliência frente à inflação e à incerteza econômica gerada pelo conflito no Oriente Médio.
Dados revisados mostram que março e abril tiveram revisões positivas de 29 mil e 64 mil vagas, respectivamente, elevando o total em 93 mil postos. A tendência aponta para hiring contínuo no curto prazo.
O Departamento do Trabalho informou que o número de vagas abertas em abril subiu para 7,6 milhões, enquanto a rotatividade de trabalhadores permaneceu estável. Em maio, empregos privados acrescentaram 122 mil vagas, conforme ADP.
Mudanças de tema: o que dizem os números sobre o mercado e a política
A ADP destaca que a contratação ficou mais ampla em maio, com ganhos em várias zonas da economia, menos setores de informação e recursos naturais. Economistas veem impulso de contratação rumo ao verão.
O relatório de empregos de maio é o primeiro sob o comando do novo presidente do FED, Kevin Warsh, indicado por Trump e empossado no mês passado. A atuação da instituição segue com expectativas de manutenção da taxa básica.
Analistas apostam que o FED manterá a taxa estável na reunião de 16 e 17 de junho. Mesmo com possibilidade de cortes, a maioria dos dirigentes não deve concordar com redução imediata, segundo avaliações de mercado.
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