O Pix, sistema de pagamentos criado pelo Banco Central do Brasil, tornou-se alvo de proposta de tarifas nos EUA. Documento do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos aponta tarifas de 25% sobre produtos brasileiros e cita o Pix várias vezes.
A defesa do Pix se baseia em sua eficiência, custo zero para pessoas físicas e tarifas mais baratas para empresas. O texto americano critica o sistema brasileiro de pagamentos e enfatiza a capacidade do Pix de competir com plataformas de pagamento americanas.
O Pix foi lançado em 2020 e hoje concentra mais da metade das transações bancárias do país. Segundo o Banco Central, mais de 170 milhões de brasileiros utilizam a ferramenta, o que representa cerca de 80% da população.
Benefícios e impacto
Diversos estudos indicam que o Pix facilita a inclusão financeira, com transações rápidas e confiáveis. A média de valores entre pessoas físicas fica abaixo de R$ 200, o que aponta para uso frequente por pequenos produtores, autônomos e famílias de baixa renda.
A popularidade do Pix também é associada ao aumento da adimplência e à redução de custos operacionais para lojistas. A infraestrutura facilita pagamentos móveis, reduzindo a dependência de cheques e dinheiro físico.
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