Desde o Dia da Libertação, em abril de 2025, a tese do “excepcionalismo americano” ficou reduzida a menos conversas entre participantes do mercado. Nos dias recentes, porém, uma sequência de indicadores econômicos, alinhada ao relatório de empregos de maio, reacendeu a percepção de que os EUA podem estar fora da curva.
O mercado de trabalho robusto, somado às expectativas de avanço da inteligência artificial, reforçou a convicção de que a economia dos Estados Unidos segue com dinamismo. Como consequência, o dólar voltou a ganhar força frente a outras moedas, sinalizando uma mudança de rota para investidores que antes apostavam no enfraquecimento da moeda.
Essa reorientação ocorre em um cenário de bolsas em alta e juros elevados, fatores que ajudam a sustentar a demanda por ativos denominados em dólares. Analistas apontam que o fortalecimentos do dólar pode impactar fluxos globais de capitais e precificação de commodities, dependendo da evolução dos indicadores futuros.
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