Ânima Educação definiu metas públicas para ampliar a presença de mulheres e grupos minorizados em cargos de liderança até 2030. A empresa se compromete a ter 50% de posições de alta liderança ocupadas por mulheres e 50% por pessoas negras, indígenas ou de outros grupos étnicos socialmente minorizados.
As novas metas foram formalizadas com a adesão da Ânima aos movimentos Elas Lideram 2030, Raça é Prioridade e Mente em Foco, vinculados à Ambição 2030 do Pacto Global da ONU. A assinatura ocorreu durante o Fórum Ambição 2030, em São Paulo.
Hoje, a companhia reporta aproximadamente 45% de mulheres em cargos de liderança. Em relação a pessoas negras e de grupos étnicos minorizados, a participação é de cerca de 35%.
Apesar do avanço feminino próximo da meta, a presença de grupos étnicos minorizados demanda aceleração até 2030. A empresa aponta que será necessária uma estratégia mais agressiva para alterar a composição.
A Ânima também incluiu compromissos na área de saúde mental. Entre as ações estão programas de acolhimento, avaliação permanente do quadro funcional e capacitação de gestores, com ações de prevenção.
Entre as iniciativas internas já existentes está o Ser+ Ânima, voltado a promover bem-estar e apoio aos colaboradores. O programa integra a agenda de diversidade e saúde mental adotada pela empresa.
Em 2025, a Ânima projeta beneficiar mais de 1,3 milhão de pessoas por meio de atividades de extensão universitária, elevando o total a mais de 360 mil alunos atendidos diretamente.
A companhia reforça que diversidade e bem-estar deixam de ser temas de reputação para compor a estratégia institucional. A liderança da empresa entende o papel social que envolve educação e inclusão.
Paula Harraca, presidente da Ânima Educação, afirma que a organização tem responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais diversa e igualitária, além de apoiar a formação acadêmica.
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