O Brasil precisa de mais empresas aéreas, aponta a ABR. Em entrevista ao Poder360, no domingo 7 de junho de 2026, o presidente da associação, Fábio Rogério Carvalho, disse que o país tem infraestrutura para crescer, mas precisa de maior competitividade para atrair operadoras. O comentário veio após participação no encontro da Iata, no Rio de Janeiro.
A ABR representa os aeroportos concedidos. Carvalho afirmou que os terminais nacionais operam com qualidade internacional no fluxo de passageiros, mas ainda existem desafios a superar para ampliar a competição entre empresas e rotas.
Segundo o presidente, a maior dificuldade não é a infraestrutura, e sim a atratividade do mercado. A tecnologia e a inteligência artificial podem colaborar com a segurança, incluindo verificações adicionais de dados de viajantes, conforme apontado pela ABR.
Tecnologia e segurança
Carvalho mencionou avanços como o embarque biométrico como parte de medidas que já estão em fase de expansão. Tecnologias modernas ajudam a elevar padrões de proteção sem prejudicar o tempo de atendimento ao passageiro.
A fala da ABR também relaciona o desempenho dos aeroportos à atividade das companhias aéreas. Em comparação, o ecossistema exige entendimento sobre custos operacionais, reformas tributárias e políticas de cobrança de bagagem para manter a atratividade.
Estes temas aparecem em diálogo com CEOs de companhias internacionais, que costumam questionar custos de combustível, a reforma tributária e questões sobre cobrança de serviços, segundo a visão da ABR.
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